O Brasil mantém posição de cautela diante da escalada de conflitos no Oriente Médio,
particularmente no que diz respeito à guerra que envolve Israel e grupos como Hamas
e Hezbollah, além da tensão crescente entre Israel e Irã.
O governo Lula defende uma
solução diplomática para os conflitos e tem evitado posições que possam ser interpretadas
como apoio a qualquer das partes beligerantes. O Brasil abriga uma das maiores comunidades
árabes e judaicas fora de seus países de origem, o que torna o tema politicamente sensível.
O Papa Francisco pediu paz no Oriente Médio em sua primeira bênção pública, reforçando
os apelos internacionais por cessar-fogo. O presidente americano anunciou o resgate de
um segundo piloto abatido pelo Irã, em episódio que eleva a tensão regional. O Brasil
participa de instâncias multilaterais que debatem o tema, incluindo a ONU.
Diplomatas
brasileiros têm trabalhado para manter canais de diálogo abertos com todas as partes.
O impacto econômico dos conflitos no Oriente Médio, especialmente sobre o preço do
petróleo, é acompanhado de perto pelo governo e pela equipe econômica do ministro Haddad.