A CPMI do INSS encerrou seus trabalhos em março de 2026, após o STF derrubar a decisão do ministro André Mendonça que determinava a prorrogação da comissão. Na última sessão, o colegiado rejeitou o relatório apresentado pela oposição que pedia o indiciamento de Luís Cláudio Lula da Silva, filho do presidente, conhecido como “Lulinha”.
O relatório governista, por sua vez, mirou nomes como Jair Bolsonaro, Flávio Bolsonaro e o empresário Daniel Vorcaro. A CPMI investigou supostas irregularidades na previdência social, com foco em fraudes administrativas e financiamentos suspeitos.
O encerramento da comissão sem um desfecho consensual foi amplamente criticado tanto pela oposição, que queria ampliar a investigação, quanto por juristas que questionaram a intervenção do STF no trabalho parlamentar. O caso do INSS é considerado um dos mais emblemáticos escândalos do governo Lula, com denúncias de desvios que teriam causado prejuízo bilionário aos cofres da previdência social.
A oposição prometeu retomar as investigações em outros fóruns parlamentares e judiciais ao longo de 2026.