MODELO INOVADOR: EMENDAS DE STYVENSON SOMAM R$ 80,4 MILHÕES E IMPULSIONAM OBRAS HOSPITALARES NO RN

A estratégia de custódia permite que hospitais filantrópicos economizem recursos próprios para investir em construção e ampliação, combatendo a omissão do Estado.

A rede de saúde do Rio Grande do Norte passa por uma expansão sem precedentes impulsionada por um modelo de gestão de emendas parlamentares articulado pelo senador Styvenson Valentim. Ao todo, o senador já destinou R$ 80,4 milhões para instituições hospitalares, utilizando uma estratégia técnica que permite às unidades filantrópicas converter recursos de custódia em investimentos estruturais. O modelo, descrito por instituições como a APAMI e a Liga contra o Câncer como “transparente e eficaz”, tem sido uma solução para a falta de patrimônio próprio dessas entidades para grandes obras.

Segundo o levantamento detalhado das aplicações, os recursos são distribuídos da seguinte forma:

Currais Novos: R$ 35,1 milhões investidos no Hospital Oncológico do Seridó.

Natal: R$ 22,3 milhões para o Hospital Oncológico Infantil e previsão de R$ 12 milhões para o Varela Santiago em 2026.

Mossoró: R$ 15 milhões para o Hospital Pediátrico da APAMIM (com 60 novos leitos) e R$ 8 milhões iniciais para a Liga de Mossoró, com previsão de mais R$ 92 milhões para os próximos anos.

Parnamirim: Planejamento para uma nova unidade oncológica de diagnóstico e tratamento.

O senador Rogério Marinho (PL) manifestou solidariedade a Styvenson diante das críticas de adversários, classificando os ataques como “deliberados” e ressaltando que o colega tem sido “extremamente inteligente na articulação política”. Marinho enfatizou que não há ilegalidade no processo e que Styvenson está resolvendo problemas graves de saúde pública diante da omissão do Governo do Estado. A diretora da APAMI, Larizza Queiroz, reforçou a legalidade do fluxo: ao receber uma emenda para pagar contas rotineiras (como energia e serviços), a instituição libera seu orçamento de produção para construir o hospital.

Para Styvenson, a modalidade é inovadora por ser construída em diálogo direto com as prefeituras e orientações hospitalares, garantindo celeridade. “Os hospitais filantrópicos não acumulam riquezas, não têm como investir em prédios sem esse suporte. Continuarei mandando recursos para salvar pessoas”, afirmou o senador. As instituições reiteram que todo o processo segue portarias do Ministério da Saúde e fiscalização permanente.

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