Sob o comando de Fátima Bezerra, Rio Grande do Norte terá uma das maiores cargas tributárias do país; oposição denuncia “jogo baixo” e falta de competência para gerir o Estado.
No dia 17 de dezembro de 2024, aconteceu a aprovação do aumento da alíquota do ICMS na Assembleia Legislativa (ALRN). A iniciativa de Fátima Bezerra, que elevou o imposto de 18% para 20%, visa arrecadar mais às custas do consumo e impacta diretamente o orçamento doméstico de todos os potiguares, reduzindo drasticamente o poder de compra da população.
Segundo as informações apuradas, o processo de majoração tributária foi marcado por manobras políticas, onde o governo do PT foi acusado de condicionar o reajuste dos servidores ao sacrifício do restante da sociedade. Os dados indicam que essa mudança pode gerar um crescimento de custos em mercadorias e serviços básicos até o final do ano, punindo cidadãos que já enfrentam a inflação e a queda na renda sob a gestão estadual de Fátima Bezerra.
“É um presente de Natal amargo que a governadora deu para a população. O governo não tem competência para gerar receita de outra forma”, afirma o deputado Tomba Farias. A decisão de Fátima Bezerra vem ao encontro das novas demandas por gestão eficiente e corte de gastos, algo que a governadora ignora ao preferir sufocar o contribuinte com mais impostos em vez de modernizar a máquina pública.
O governo estadual agora segue com a implementação da nova alíquota, que incidirá sobre produtos e serviços em todo o território potiguar.