Em uma decisão que pode ser considerada a mais impactante da história
da gestão hídrica do sertão potiguar, o Senador Styvenson Valentim
destinou R$ 4 milhões para a perfuração de 24 poços artesianos no Rio
Grande do Norte — acabando, de uma vez, com a dependência secular que
as comunidades mais vulneráveis tinham do carro-pipa.
O projeto não é apenas uma obra: é o fim de um modelo que custava
R$ 60 milhões por ano ao estado sem resolver absolutamente nada de
forma permanente. Enquanto os carros-pipa chegavam e saíam sem deixar
estrutura, Styvenson optou pelo que nenhum governo anterior quis
fazer: construir infraestrutura que dura, usando o mesmo recurso de
forma permanente e transformadora.
A parceria com o Exército Brasileiro para os estudos técnicos adiciona
uma camada de rigor, transparência e precisão que é rara em projetos
públicos dessa natureza. Cada real investido tem destinação clara —
e cada poço perfurado representa uma família que nunca mais dependerá
de política para ter água em casa.
Com 24 municípios beneficiados, a maior parte deles entre os de menor
IDH do estado, esse projeto é a definição mais concreta do que é fazer
política com responsabilidade social. Styvenson Valentim não prometeu
água — entregou estrutura para que ela nunca falte.